O Mali, o último país afectado pela epidemia de Ébola no oeste da
África, registou um novo caso da doença - sem vínculos com o anterior - ligado
a um paciente vindo da Guiné, anunciaram esta terça-feira fontes médicas
coincidentes. A vítima é um paciente "que esteve em contacto com um cidadão
guineense que morreu de Ébola", disse à AFP um responsável do Hospital
Pasteur em Bamako. "Há quinze dias, recebemos um cidadão procedente da Guiné.
Sofria, entre outras coisas, de insuficiência renal", informou um
funcionário da clínica, acrescentando que o paciente "faleceu e seu corpo
foi repatriado". "Alguns dias após o incidente, outro paciente da clínica, que
estava em contacto permanente com o guineense falecido, começou a ter vómitos e
diarreia. Ele morreu às 18H00" (hora local), revelou a fonte. Segundo a mesma fonte, vários pacientes que estavam no hospital
abandonaram a instituição, enquanto outros foram colocados em observação. O paciente guineense falecido era um imã de Kourémalé, uma
localidade da fronteira, disse um polícia à AFP. Na segunda-feira, o Mali suspendeu a quarentena sobre 25 das 108
pessoas que mantiveram contacto com o caso precedente de Ébola no país, uma
menina guineense de dois anos falecida no dia 24 de Outubro, em Kayes. Os
restantes deveriam sair da quarentena durante a semana.quinta-feira, 13 de novembro de 2014
MALI: REGISTA NOVO CASO DE ÉBOLA, SEM VÍNCULOS COM O ANTERIOR
O Mali, o último país afectado pela epidemia de Ébola no oeste da
África, registou um novo caso da doença - sem vínculos com o anterior - ligado
a um paciente vindo da Guiné, anunciaram esta terça-feira fontes médicas
coincidentes. A vítima é um paciente "que esteve em contacto com um cidadão
guineense que morreu de Ébola", disse à AFP um responsável do Hospital
Pasteur em Bamako. "Há quinze dias, recebemos um cidadão procedente da Guiné.
Sofria, entre outras coisas, de insuficiência renal", informou um
funcionário da clínica, acrescentando que o paciente "faleceu e seu corpo
foi repatriado". "Alguns dias após o incidente, outro paciente da clínica, que
estava em contacto permanente com o guineense falecido, começou a ter vómitos e
diarreia. Ele morreu às 18H00" (hora local), revelou a fonte. Segundo a mesma fonte, vários pacientes que estavam no hospital
abandonaram a instituição, enquanto outros foram colocados em observação. O paciente guineense falecido era um imã de Kourémalé, uma
localidade da fronteira, disse um polícia à AFP. Na segunda-feira, o Mali suspendeu a quarentena sobre 25 das 108
pessoas que mantiveram contacto com o caso precedente de Ébola no país, uma
menina guineense de dois anos falecida no dia 24 de Outubro, em Kayes. Os
restantes deveriam sair da quarentena durante a semana.quarta-feira, 12 de novembro de 2014
ÉBOLA: LIBÉRIA, SERRA LEOA E GUINÉ-CONACRI À BEIRA DE GRAVE CRISE ALIMENTAR - ONU
A principal perita da Organização das Nações Unidas em
direito à alimentação garantiu esta terça-feira que os países com uma epidemia
de ébola estão “à beira de uma grave crise alimentar”.
A principal perita da Organização das Nações Unidas em direito à
alimentação, Hilal Elver, garantiu esta terça-feira que os países com uma
epidemia de ébola – Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri – estão “à beira de uma
grave crise alimentar”.
Nestes países existem mais de um milhão de pessoas que precisam de ajuda em
víveres para amenizar a falta de produtos básicos, disse em Genebra a relatora
especial da ONU para o Direito à Alimentação.
A agricultura é a principal atividade económica na África Ocidental, onde
dois terços da população dependem dela.
Neste contexto, “o fecho de fronteiras, a redução do comércio
internacional, a descida do investimento estrangeiro e a diminuição do poder de
compra de dezenas de milhares de famílias já vulneráveis deixa estes países em
uma situação muito precária”, disse Elver.
Fonte: Lusa, 12 Novembro 2014
terça-feira, 11 de novembro de 2014
PORTUGAL EM ALERTA DEVIDO AO SURTO INESPERADO DE LEGIONELLA
O surto de legionella que Portugal vive é já o sexto maior em número de casos alguma vez registado no mundo, avança a Renascença. Portugal já registou quatro mortes e 180 pessoas encontram-se internadas em vários hospitais do país. De acordo com a
Renascença, o último surto ocorrido em Portugal, no ano 2000, estava listado
como caso de estudo. Nesse ano, Portugal havia registado 11 doentes. Já o surto de legionella que Portugal vive actualmente é raro e de grandes dimensões se se comparar com o surto de 2000. Portugal testemunho o sexto maior surto de legionella ficando imediatamente atrás do caso "zero", que deu nome à doença, indicam os dados do Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC). A doença dos legionários
foi descoberta em 1976, após infectar cerca de 200 pessoas num hotel da
Pensilvânia, onde se reuniam veteranos de guerra da Legião Americana. No topo da lista de
casos investigados e listados pelo ECDC, o Reino Unido com 494 infectados e a
Espanha com 449 destacam-se pela dimensão.Com 180 casos, o surto
que se começou a manifestar em Portugal na última sexta-feira será um dos
maiores de sempre. Especialistas citados
pela Renascença explicam que surtos de grande dimensão são raros e, na maior
parte das vezes, o surgimento da legionella circunscreve-se a algumas dezenas
de pessoas infectadas. Apenas oito dos casos na história da legionella
registaram mais de 100 doentes.
Fonte: Sapo Cabo Verde, 10 de Novembro de 2014
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
AUTORIDADES ALERTAM QUE NÃO É MOMENTO DE BAIXAR GUARDA CONTRA ÉBOLA
As autoridades de saúde e as organizações não-governamentais que lutam contra o Ébola na África Ocidental apelaram na quinta-feira a que não se reduza a mobilização internacional contra a epidemia, ainda que o número de casos registados na Libéria esteja a abrandar.
O Banco Mundial prometeu 100 milhões de dólares suplementares para
acelerar o destacamento de milhares de profissionais de saúde estrangeiros que
são necessários nos países africanos afectados, durante uma visita do
presidente a Acra, a capital do Gana, sede da missão das Nações Unidas para
coordenar a luta contra o Ébola.
"Devemos ser muito, muito prudentes com esta epidemia que tem
mostrado aumentos acentuados de número de casos, já que ainda não somos capazes
de interpretar bem esta descida, mesmo que seja uma boa notícia", afirmou
Jim Yong Kim, presidente do Banco Mundial.
O vírus propaga-se por "vagas", sublinhou o
vice-ministro liberiano da Saúde, Tolbert Nyensuah, estimando que a descida do
número de novos casos em Monróvia só será sustentável se se confirmar "em
toda a região", com uma diminuição semelhante nas vizinhas Serra Leoa e na
Guiné-Conacri.
A Organização Mundial de Saúde informou na quarta-feira que foram
registados, até ao momento, 13.703 casos de vírus do Ébola desde o início da
epidemia, no final de 2013, que já matou 4.922 pessoas.
Fonte: Sapo online Cabo Verde, 31 de Outubro 2014
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
OMS DECLARA O FIM DA EPIDEMIA DE ÉBOLA NA NIGÉRIA
A organização Mundial de Saúde (OMS) declarou nesta segunda-fira oficialmente que a Nigéria está livre de Ébola, depois de ter passado os 42 dias necessários - dois períodos de incubação - sem nenhum novo caso de contágio confirmado.
"A epidemia na Nigéria foi derrotada. É um êxito espetacular que mostra ao mundo que o Ébola pode ser contido", disse o representante da OMS em Abuja, Rui Gama Vaz.
Também na passada sexta-feira, a OMS anunciou que o Senegal também tinha ultrapassado o mesmo período sem nenhum novo caso de contágio.
" A OMS declara oficialmente o fim da epidemia de Ébola no Senegal e felicita este país pela sua prontidão para acabar com a transmissão do vírus", referiu a organização, num comunicado divulgado em Genebra.
A chegada do Ébola à Nigéria, o país de maior população de África, com um sistema de saúde precário, disparou os tremores de uma rápida propagação do vírus. Mas a epidemia foi contida com um balanço de 20 vítimas, incluindo oito mortes, graças a uma resposta rápida e eficaz das autoridades.
Além de vigiar 900 casos considerados de risco, a Nigéria adoptou controlos nos aeroportos e portos do país.
As viagens ao exterior não foram proibida, mas a principal companhia aérea do país, Arik Air, suspendeu os voos para Libéria e Serra Leoa, que a par da Guiné-Conacri são os trê
s países mais afectados Ébola.
Fonte: Notícias Sapo Cabo Verde, 20 Outubro 2014
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