O avião da Air Argélia que
desapareceu hoje despenhou-se no Mali, anunciaram as autoridades argelinas,
acrescentando que no avião estavam 116 passageiros, dos quais 50 eram
franceses.
O aparelho é um MD-83 ao serviço da espanhola Swiftair, e
desapareceu dos radares de acordo com as informações que estão a ser avançadas
pelo site da televisão francesa TF1.
O dispositivo é um MD-83 fretado da Swiftair espanhola, e transportava, para
além dos 50 franceses, mais 26 cidadãos do Burkina Faso e sete argelinos.
Pelo menos 12 crianças entre os 7 e os 14 anos e um motorista morreram num choque entre um autocarro escolar e um comboio na cidade de Telangana, no sul da Índia, revelou à agência Efe fonte oficial.
O acidente aconteceu pela manhã quando o autocarro escolar que transportava 32 crianças para a escola foi colhida por um comboio numa passagem de nível em Masaipt, distrito de Medak, explicou o porta-voz da polícia, N. Ravi.
A fonte indicou também que 16 crianças ficaram feridas e que três outras estão desaparecidas.
Um avião de
passageiros da Malásia com 295 pessoas a bordo caiu na Ucrânia, perto da
fronteira com a Rússia. Os destroços do aparelho foram já avistados,
testemunhas citadas pela agência Reuters, falam de uma centena de corpos
encontrados no local da queda, perto da aldeia de Grabovo, a 40 quilómetros da
fronteira com a Rússia, na província ucraniana de Donetsk.
Há poucas dúvidas de que se trate do voo desaparecido MH17 da Malaysia
Airlines, visto que alguns dos destroços têm as cores azul e vermelha do logo
da companhia.Uma fonte do Ministério do Interior ucraniano já veio dizer que o aparelho foi
atingido por um missil terra-ar e adianta que não há sobreviventes. A mesma
fonte disse que o avião Boeing MH17 voava de Amsterdão para Kuala Lumpur.Segundo a Agência France Press, citando um comunicado do Kremlin, os
presidentes russo e norte-americano abordaram já, no seu telefonema de hoje, o
caso do despenhamento do avião da Malaysia Airlines.O comunicado afirma textualmente que "o presidente russo informou o
presidente dos Estados Unidos sobre um relatório dos controladores de voo que
chegou imediatamente antes da conversa telefónica e que indica que um avião
malaio se despenhou na Ucrânia".Uma fonte russa de aviação disse à Reuters que a aeronave não entrou no espaço
aéreo russo quando esperado e caiu no leste da Rússia. Um porta-voz da companhia aérea já confirmou a existência do que designou por
"um incidente" com o voo MH17 e espera-se a todo o momento uma
declaração da companhia. A Malaysian Airlines reconheceu no seu Twitter que o
MH17 desapareceu dos radares sobre a Ucrânia.O MH17 desapareceu dos radares quando seguia a dez quilómetros de altitude, 50
quilómetros antes de entrar no espaço aéreo russo, segundo afirmações da
Malaysian Airlines, no seu Twitter.
Bombeiros
a evacuar vítima do descarrilamento no metro
foto Sergei Karpukhin/REUTERS
(Em atualização) Pelo menos 20
pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridas, esta terça-feira, num descarrilamento
no metropolitano de Moscovo, durante a hora de maior movimento na capital
russa.
"Neste momento, sete corpos foram entregues
aos investigadores, quatro homens e três mulheres. Na primeira carruagem estão
a retirar seis corpos e na segunda carruagem outros seis", disse Alexander
Gavrilov, vice-diretor da delegação de Moscovo do Ministério para as Situações
de Emergência russo, citado pela agência noticiosa russa Ria-Novosti.
Mais de 120 passageiros foram hospitalizados após
o acidente, declarou o diretor do departamento de Saúde de Moscovo, Georgui
Golukov. Perto de metade ficou gravemente ferido, acrescentou.
"Um acontecimento trágico aconteceu no
metro. Um acidente ocorreu, pessoas morreram", reagiu o primeiro-ministro
russo, Dmitri Medvedev, citado pelas agências noticiosas russas, antes de
apresentar as condolências às famílias das vítimas.
O presidente Vladimir Putin, que está ausente no
Brasil, ordenou uma investigação criminal para apurar as causas do
descarrilamento de três carruagens.
O acidente registou-se na "linha azul"
do metro de Moscovo pelas 08.30 horas (05.30 horas em Portugal continental),
entre as estações de Park Pobedy, a linha mais profunda da rede moscovita
aberta em 2003, e a de Slavianski Boulevard, inaugurada em 2008.
De acordo com o Ministério para as Situações de
Emergência russo, o acidente deveu-se a uma abrupta queda da tensão
elétrica, que provocou um erro no sistema de sinalização e uma paragem
do comboio.
De acordo com testemunhos das vítimas, o
descarrilamento ocorreu após uma travagem brusca do metro.
"O comboio travou bruscamente. Vimos faíscas
e muito fumo. Fui projetado contra qualquer coisa. Todas as pessoas foram
projetadas para um dos lados", contou um dos passageiros, com o nariz
coberto de sangue, à cadeia de televisão Moscovo 24.
Imagens difundidas pela televisão russa mostraram
as equipas de socorro a retirar numerosos feridos ensanguentados.
Noutras era possível ver passageiros ainda
bloqueados no interior das carruagens, sendo também visível muito fumo.
Em redor das estações afetadas pelo
descarrilamento, dezenas de ambulâncias e helicópteros transportavam os feridos
para os hospitais.
Inaugurado em 1935, durante o regime de Josef
Estaline, o metro de Moscovo reivindica atualmente um dos fluxos de passageiros
mais elevados do mundo. Conhecido pela eficácia e pontualidade, o metro
registou poucos acidentes causados por problemas técnicos.
As autoridades abriram um inquérito por violação
das normas de segurança nos transportes.
De acordo com Alexei Khazbiev, jornalista
especializado em transportes do jornal Expert, o metro foi construído para
transportar "três a quatro milhões de pessoas, no máximo seis milhões de
passageiros por dia". Atualmente, mais de nove milhões de passageiros usam
o metro todos os dias e "as tecnologias da época estão
ultrapassadas", considerou.
Está a lavrar neste momento um incêndio no Monte
Tchota, concelho de São Domingos, ilha de Santiago. Bombeiros e militares estão
no terreno no combate ao fogo, ao que tudo indica poderá ter origem criminosa.
Esta é a segunda vez, no espaço de dois meses, que
aquela localidade é tomada pelo fogo. Da outra vez a polícia desconfiou que
essa acção poderia ter origem criminosa já que não é normal, em Cabo Verde, a
prática de incêndios por causas naturais.
Testemunhas no local disseram ao A NAÇÃO que estão no
terreno elementos da Protecção Civil, nomeadamente bombeiros, reforçados ao
meio da tarde desta segunda-feira por cinco camiões das Forças Armadas, com
homens, para combater o fogo.
O fogo, de acordo com uma fonte, situa-se perto da
residência que a Presidência da República possui nessa localidade de São
Domingos.
Obs: Incêndio ocorrido segunda-feira, 14 de julho de 2014